09 fevereiro 2018

AFRICA DO SUL - TSHWANE NOME OFICIAL DA CAPITAL

Tshwane, a capital oficial e original da África do Sul 


O ano de 2005 foi marcado por uma passeata composta por brancos sul-africanos, que protestavam contra decisão já cogitada pelas autoridades, onde o nome de origem da capital nacional e administrativa da África do Sul, voltaria para seu devido lugar. 


Após mais de 4 horas de reunião e conversa sobre a alteração, foi decidido por votação unanime que Pretória voltaria a chamar-se Tshwane, nome de origem Zulu que significa "Somos todos iguais"! Pronuncia: Txissuane Antes da chegada dos britânicos no país africano, a Capital da África do Sul já se chamava Tshwane

Fonte: identidafrica

21 dezembro 2017

AIR EUROPA - Madri – Recife

Air Europa inicia novo voo Madri – Recife,  a partir de 20 dez



 Air Europa inaugura nesta quarta (20) sua nova rota Madri-Recife, se tornando a única companhia aérea a oferecer conexão direta entre Madri e a capital pernambucana. Com duas frequências semanais, a aeronave que serve a nova rota está equipada com os serviços de Wifi e Streaming, garantindo aos passageiros uma melhor conectividade e entretenimento a bordo.

 

Com a presença do presidente do Grupo Juan José Hidalgo, do Prefeito de Recife, Geraldo Júlio, do secretário de Turismo do Estado, Felipe Carreras, da diretora do aeroporto de Barajas, Elena Mayoral, e da secretária de Turismo do Município, Ana Paula Vilaça, o voo saiu de Madri com mais de 250 passageiros, o que representa uma ocupação de mais de 85%.



Na chegada em Recife, prevista para as 20h10, horário local, os passageiros serão recepcionados com dois marcos da cultura local: a orquestra de frevo e bolo de rolo, doce típico de Pernambuco. O voo Recife-Madri, de número UX048 sai às 22h45 (horário local), chegando em Madrid às 10h40 (horário local). Os voos da nova rota serão sempre às quartas e sextas-feiras
Fonte: Mercado & Eventos - 20/12/17 - 13:22

13 dezembro 2017

TURQUIA DOS DERVISHES - uma oração em forma de dança

Sandra Covesi Estreito de Bósforo Turquia


Dança Sufi originário da Pérsia,  (atual Irã), através do poeta, jurista e teólogo Sufi, Mevlâna Jalâluddîn Rumi (1207-1273). Viveu a maior parte de sua vida sob o Sultanato de Rum, mais conhecida hoje como TURQUIA,  morreu em 1273 sendo  enterrado em Konya  cujo túmulo é ponto de peregrinação. Após sua morte, seus seguidores e seu filho Sultan Walad fundaram a Ordem Sufi Mawlawīyah, também conhecida como ordem dos dervishes girantes, famosos por sua dança sufi conhecida como Cerimônia Sema

Apresentação Dervish - Urgup Turquia. Foto Sandra Covesi
Muitas pessoas indagam as danças e acreditam que exista uma perda da consciência, o que não é verdade.pois quando um  Dervish gira, ele entra-se ao criador. "Ao girar em harmonia com todas as coisas da natureza – com as menores células e com as estrelas no firmamento – os semazen testemunham a existência e a majestade do Criador, pensam Nele, agradecem a Ele, e oram a Ele".


Cidade de Konya - Turquia / foto google
A principal característica da dança, são os 3 elementos ou princípios:

 1. A Mente - través do conhecimento Sufi e do pensamento no Criador;
 2. o Coração - através dos sentimentos guiados pela poesia, cântico e ritmo e
 3. o Corpo - através do giro, da-se o movimento da vida, desde os átomos.

São três princípios em um único, talvez um dos poucos rituais que uni os tres elementos, colocando-se como universal.

Dervish - foto Sandra Covesi
Conhecer o significado da dança é muito importante para que compreenda o movimento e a beleza desses giros como uma oração em movimento.

1. O Chapéu de pele de camelo, o sikke - representa o tumulo ou a tumba do ego
2. A saia branca grande e rodopiante - é a mortalha do ego
3. Capa Preta _ ao remover a capa para dar inicio a dança é o renascimento para a verdade
4. Iniciar com os braços cruzados em forma de cruz representa o uno, como integrado a unidade divina
5. Ao girar, os braços abertos, o braço direito apontando para cima, direcionado ao céu, apto a receber a luz, a benção, benevolência e a sabedoria divina
6. O Braço esquerdo aberto e apontando para o chão, significando a terra, onde os homens nascem e vivem.
7. Os olhos, fitam a mão esquerda para lembrar que é humano.

Ao girar em harmonia com todas as coisas da natureza – com as menores células e com as estrelas no firmamento – os semazen testemunham a existência e a majestade do Criador, pensam Nele, agradecem a Ele, e oram a Ele.


POEMA RUMI  (1207-1273)

...Na verdade, somos uma só alma, tu e eu.
Nos mostramos e nos escondemos tu em mim, eu em ti.
Eis aqui o sentido profundo de minha relação contigo,
Porque não existe, entre tu e eu, nem eu, nem tu.

Rumi

Click Aqui e veja o link completo da viagem para Turquia com saída dia 30 de Março, Grupo de brasileiros com guia acompanhante Sandra Covesi


ISTAMBUL - A MAGIA TURCA

 ALGUMAS RAZÕES A MAIS PARA CONHECER ISTAMBUL - TURQUIA

Sandra Covesi - Estreito de Bósforo em Istambul-Turquia 

1. Navegue ao pôr do sol entre dois continentes, faça a passagem do Oriente para o Ocidente através do Estreito de Bósforo - estreito é um acidente geográfico que separa duas massas continentais, ligando duas massas oceânicas, através de um pequeno canal. O Estreito de Bósforo é o canal que liga o Mar de Mármara (e sua extensão, o Mar Mediterrâneo) com o Mar Negro, separando a Europa da Ásia, assim, a cidade onde ele se encontra, Istambul (maior cidade da Turquia), é a única do mundo a se localizar em dois continentes diferentes ao mesmo tempo.



2. Perder-se em Istambul. Uma das coisas mais gostosas a se fazer é, estar "perdida" em Istambul, cada esquina, cada casa, cada artefato, beco, cheiro e sabor diferente que encontramos quando estamos perdidos. Para se achar é fácil. procure a linha de ferro do TRANS, (trem de superfície) e logo se achará. Todas as fotos de Sandra Covesi

  

3. Enlouquecer do Gran Bazaar. Como não enlouquecer ao meio de mais de 4.000 lojas, cheias de cores, artefatos exóticos, ouro, turquesas, sedas, sapatos, roupas, bolsas, onde sua imaginação puder alcançar e um pouquinho mais! 

  

4. Desfrutar uma vez pelo menos do famoso Turkish Hammam ou seja, o Banho Turco.Você nunca se sentirá mais limpo, se você não se importar com alguém esfregando você durante uma hora com uma "luva esfoliante" (kese) feita de seda ou cabra, com o chá servido depois e a sensação distinta de que você está morando como um sultão. Fique atento as plaquinhas, as entrada quase imperceptíveis!

 

5. Explore a Mesquita Azul e a Aya Sofya - Nao digo que alguém possa se esquecer desses monumentos maravilhosos, tanto religioso como artístico, e cultural. Estamos falando da antiga Constantinopla, terra de Bizâncio, uma das grandes Rotas da Seda, mas o interessante é desde o lado de fora das mesquitas até o seu interior, estar atento a todos os movimentos e história, pe interessante um guia local para que entenda a história. Abaixo eu dentro da Mesquita Azul Todas as fotos de Sandra Covesi.

  

  

lembrando que ainda hoje a Mesquita Azul é um templo ativo, onde seus fies fazem as suas orações, enquanto a Aya Sofya foi transformada em  Museu. Abaixo eu, em uma das entrada da Aya Sofya.

  
6. Experimente o Chá de Maçã e o suco de Romã. Dos sabores, cores e aromas, a Turquia impressiona qualquer um. A vontade de experimentar cada coisa é surreal, dessa forma acredito que o que mais dê saudades sejam o chá de maçã (em turco elmalı çay)  servido o tempo todo dentro do Grand Bazaar e Bazaar das especiarias, e o Suco de Romã ( em turco - nar suyu / em inglês - Pomegranate Juice) que se toma em qualquer restaurante.  Abaixo as duas primeiras fotos de Suco de Romã e por último o chá de maçã como realmente é servido.

 


7. Assistir uma cerimonia dos Dervishs em Istambul - ritual de uma beleza indescritível, de harmonia e equilíbrio. O Ritual Sema ou Giro dos Dervishes, que é a dança Sufi, começou com a inspiração de Mevlâna Jalâluddîn Rumi (1207-1273) e foi influenciado pelos costumes e cultura Turcos. São 45 minutos de entrega do ego. "Girando em direção à verdade, ele cresce através do amor, transcende o ego, encontra a verdade, e chega à Perfeição"

Apresentação Dervish na Capadocia - foto Sandra Covesi

8. Fazer a Viagem uma vez na vida - 30 de Março de 2018 - Embarque para Turquia em grupo brasileiro com guia de Sandra Covesi Clique Aqui - Roteiro da Viagem a Turquia 2018



VIENA - programando a viagem cultural


Viena é sinônimo de musica clássica, balé clássico, e muita cultura, como aproveitar tudo isso e se programar?


Todos os anos, o ponto alto da temporada de bailes de Viena acontece em janeiro e fevereiro. Dança-se muito, seja ao valsa ou às batidas eletrônicas.

A cidade de valsas exuberantemente celebra o Carnaval em janeiro e fevereiro. O ritmo de três quartos é complementado por sons mais contemporâneos, oferecendo dança agradável para todos os gostos.



A melhor época do ano começa para balões e fãs de dança em 11 de novembro. A temporada de bola de Viena começa pontualmente no início do Carnaval com dança pública da valsa no centro da cidade. Em Viena, a temporada de bola atinge seu pico em janeiro e fevereiro. A antiga tradição de bolas de carnaval continua a prosperar na cidade. Enquanto alguns dançarinos gostam de seguir o tempo de três quartos das valsas, outros podem preferir soltar uma batida de disco.



O Vienna Opera Ball (alemão: Wiener Opernball) é um evento anual da sociedade austríaca que na quinta-feira, que antecede a quarta-feira da cinza (um feriado religioso).


Saia do Brasil com seu cartão, garantindo assim um aproveitamento maior e maior facilidade na sua viagem em Viena!  Solicite orçamento covesisandra@gmail.com - 11 99552.5020

01 dezembro 2017

RÚSSIA, A VODKA E A COPA DO MUNDO 2018

Não podemos falar da Rússia sem falar sobre a VODKA!



VODKA E A RELIGIÃO - Reza uma lenda que quando o Príncipe Vladimir decidiu adotar uma religião monoteísta, isso lá no século 10, quase adotou o islamismo, mas recuou rápido pois no islamismo é proibido beber! Será mesmo que a Rússia é cristã ortodoxa por questões etílicas? Isso jamais saberemos, mas sem a vodka, a psique russa ficaria totalmente abalada!

Vladimir van Kiev

PALAVRA VODKA - “...A palavra "vodka" é conhecida desde o século 17 e é provavelmente uma derivada de “voda” (água). No passado, outros nomes também eram usados para a bebida: vinho (vinho de pão), vinho korchma ou korchma, vinho destilado, vinho ardente, vinho queimado e vinho amargo entre outros. Pensa-se que a própria bebida, ou melhor, o seu antepassado, uma bebida forte chamada aqua vitae (latino para "água da vida"), foi trazida pela primeira vez para a Rússia por comerciantes genoveses a caminho da Lituânia. Eles viajaram por Moscou, onde os convidados estrangeiros tiveram uma audiência com o Príncipe Dmitry Ivanovich, chamado Donskoy por sua vitória sobre o exército mongol-tártaro no campo de Kulikovo pelo rio Don. Lisonjeados pela hospitalidade do governador de Moscou, eles lhe apresentaram vasos com o espírito acima mencionado...”. http://www.vodkamuseum.ru/en/muzej 


DO QUE É FEITO A VODKA - Originalmente a Vodka é produzida a partir da BATATA, ainda hoje mantem essa tradição na Rússia, na Noruega, na Polônia, mas já existem Vodkas com misturas interessantes como milho, milho, trigo, centeio e cevada!


VODKA E O DINHEIRO - Voce sabia que Vodka já foi sinônimo de moeda na Rússia, e os rótulos foram considerados dinheiro? No final da história russa moderna, houve um período de tempo em que uma garrafa de vodka se tornou uma espécie de moeda nacional, que era usada para pagar todos os tipos de pequenas despesas. 



Além disso, no início da década de 1920, durante uma séria crise financeira quando houve escassez de unidades monetárias, os rótulos de vodca serviram como dinheiro na Sibéria! Esta bebida também desempenha um papel significativo na língua e no folclore russo. Em outras palavras, a vodka é um componente importante da vida russa, elemento de identidade nacional e cultura cotidiana.


VODKA EM RUSSO - para evitar transtornos na Rússia na hora de comprar Vodka e ir para o estádio assistir seu jogo, saiba pedir Vodka em Russo:

 Dicionário

VODKA - ВОДКА
QUERO UMA GARRAFA DE VODKA, POR FAVOR! - Я ХОЧУ БУТЫЛКУ ВОДКИ, ПОЖАЛУЙСТА!
QUANTO CUSTA ESSA VODKA? СКОЛЬКО СТОИМОСТЬ ВОДЫ?
ONDE FICA MEU HOTEL? ГДЕ МОЙ ГОСТИНИЦА?
DEIXA PRA LÁ, BEBI DEMAIS! Я пью много водки

Portanto com tantos atributos interessantes, quando for para Rússia, não se acanhe, vá para o futebol beba vodka! 



24 novembro 2017

Quilombo, resistência e cultura


"Quilombola”, episódio da série Habitar Habitat, acompanha o dia-a-dia dos brasileiros descendentes de escravos africanos que lutam para manter viva sua história e para conquistar o direito à terra herdada de seus antepassados
Por mais de 300 anos, Portugal se utilizou da mão de obra escrava para explorar sua colônia nas Américas e consolidar seu território ultramarino. Essa empreitada fez com que o Brasil se tornasse o país que mais recebeu escravos africanos no mundo. Milhares de negros foram trazidos em condições desumanas, acorrentados nos porões de navios. Os que sobreviviam à viagem eram vendidos àqueles que ofereciam melhor preço. Os que demonstrassem mais vigor e saúde tinham destino certo nas lavouras.
A rotina nas plantações de cana-de-açúcar e café era exaustiva, e chegava a 16 horas ininterruptas de trabalho, para atender uma demanda de produção que crescia em larga escala. Diante dos maus tratos, a expectativa de vida de um escravo era muito curta, aproximadamente 10 anos. “No Brasil havia uma forma de subjugação extremamente agressiva e exploratória, que acabava fisicamente com o negro, diferente da escravidão na África, menos danosa”, explica Álvaro Pereira do Nascimento, historiador da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro — UFRRJ.
Entretanto, a violência legitimada pelo Império começou a enfrentar resistência. Expostos a toda sorte de humilhação, muitos dos escravos arriscaram suas vidas em fuga. Nesse período, surgiram os quilombos, locais de refúgio na mata, fora do alcance dos senhores, onde os fugitivos encontravam uma maneira de viver em liberdade, enquanto não fossem descobertos.
Com o passar dos anos, a cultura escravagista perdeu forças, principalmente na Europa, com a revolução industrial e a modernização das cidades. O Brasil resistiu por anos às pressões dos movimentos abolicionistas internos e à intimidação do mercado externo. Foi o último país do mundo a abolir a escravatura, em 1888, com a Lei Áurea.


O Brasil resistiu por anos, e foi o último país do mundo a abolir a escravatura, em 1888

O Brasil resistiu por anos, e foi o último país do mundo a abolir a escravatura, em 1888
Embora tenha sido uma conquista, a abolição aconteceu sem planejamento e não se preocupou em inserir os ex-escravos na sociedade brasileira. Dessa maneira, a ordem econômica e social se manteve, com a elite branca prosperando e o negro à margem.
Cem anos após a “libertação”, as comunidades brasileiras quilombolas seguem lutando contra a opressão, pelo direito a igualdade e melhores condições de vida.

Herança quilombola
“Guerreiro da floresta”. Esse é o significado da palavra quilombo em banto, idioma de povos da África sul-equatorial, que originou diversas línguas africanas. Embrenhados nas florestas, os negros construíram comunidades que se tornaram símbolos da resistência à escravidão no Brasil. Os principais quilombos foram formados nos estados de Pernambuco, Bahia, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais e Alagoas, por volta do século XVII.
A existência dos quilombos desafiava às autoridades. Senhores de engenho e governantes atacavam constantemente as comunidades, na esperança de destruir o sonho de liberdade negro, resgatar seus escravos e ocupar novos territórios.

Zumbi dos Palmares retratado pelo artista carioca Antônio Parreiras
O quilombo mais representativo da história foi o de Palmares, localizado na Serra da Barriga, em Alagoas. Era uma espécie de confederação que agregava várias comunidades da região e resistiu por quase 100 anos a investidas militares. Sucumbiu em 1694, com a morte de Zumbi, seu último líder. Ele preferiu guerrear a aceitar um acordo oferecido pelo governo de Pernambuco, que concederia liberdade apenas às pessoas nascidas em Palmares e permitiria o uso de terras localizadas ao norte de Alagoas.
Após a abolição dos escravos, houve uma mudança considerável na forma de ocupação das terras pelos negros no Brasil. As comunidades quilombolas se estabeleceram em territórios herdados, doados, oferecidos como pagamento ou comprados. Embora fixados nessas regiões por direito, os quilombos nunca estiveram a salvo dos interesses latifundiários e do descaso político.
Em 1988, a Constituição brasileira, através do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, reconheceu o direito à propriedade das terras quilombolas. Em 2003, após o decreto nº 4.887, os procedimentos para identificação, delimitação, reconhecimento e titulação dos territórios ocupados foram regulamentos em todo país. Esse mesmo decreto também transferiu para o INCRA (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), a função de delimitar essas terras.
Contudo, desde 2012, tramita no Supremo Tribunal de Justiça, o julgamento de uma ação direta de inconstitucionalidade que questiona o decreto presidencial de 2003 e a forma de regulamentação fundiária das terras quilombolas. A terceira tentativa de julgamento, que aconteceu pela última vez no dia 9 de novembro de 2017, foi interrompida em função do pedido de uma nova análise do processo.
“O decreto de 2003 não deve ser derrubado. Vão colocar tantas condicionantes que a política de titularização será inviabilizada”, afirma Roberto de Almeida, antropólogo do INCRA. Segundo ele, é possível atender a demanda da população quilombola brasileira — hoje, na ordem de um milhão de pessoas, que ocupam uma parcela insignificante (entre 0,7% e 0,8%) do território nacional. “O racismo estrutural, fortemente presente em todas as instâncias do Estado, aliado à falta de recursos e de interesse político, contribuem para que esse processo não se conclua”, explica Roberto.

Um retrato atual
De acordo com dados registrados pela Fundação Cultural Palmares, até 2017, 3018 comunidades quilombolas solicitaram o processo de autoreconhecimento. Uma delas é a Kalunga, identificada como o maior quilombo do Brasil. Com 262 mil hectares de extensão demarcados pelo INCRA em 2017, seu território abrange os municípios de Cavalcanti, Teresina de Goiás e Monte Alegre, no estado de Goiás.

Os quilombolas sobrevivem da agricultura, da pesca, do artesanato e do turismo. Afastados dos grandes centros, os Kalungas constroem suas casas sobre chão batido, cobertas por telhados de palha. A falta de saneamento básico, de água encanada e de energia elétrica faz parte da rotina dos moradores. O transporte público é precário e as condições das estradas são péssimas, mas apesar das dificuldades, o acesso da comunidade à cidade já apresenta melhoras. “Hoje, nós vamos à escola e a postos de saúde, antes não havia como. Eu nasci de parteira, minha mãe não sabia o que era médico”, explica Izabel Francisco Maia, presidente da associação de guias do quilombo Kalunga — Engenho 2.
Os descendentes quilombolas ainda buscam seus direitos à educação, ao trabalho e a um tratamento digno como todos os cidadãos brasileiros. “Nós da comunidade Kalunga precisamos ser respeitados como iguais, preservar nossa cultura e meio ambiente”, comenta Izabel. “A discriminação que ainda sofremos é grande”, conclui.

Habitar Habitat: Quilombola
O primeiro episódio da segunda temporada da série Habitar Habitat, dirigida por Paulo Markun e Sergio Roizenblitpara o SescTV, traz o episódio "Quilombola", que apresenta o cotidiano dos descendentes dos escravos africanos e a sua luta para manterem vivas suas histórias e conquistarem o direito à terra de seus antepassados.

Habitar Habitat: Quilombola Assista o vídeo

Fonte: https://medium.com/sesctv/quilombo-resist%C3%AAncia-e-cultura-3ed37536e9de

28 setembro 2017

OUTLANDER - A VIAGEM

VIAGEM PARA ESCÓCIA - GRUPO FANS OUTLANDER - COM SANDRA COVESI



Outlander Tem viagem no tempo, romance e batalhas. Não tem como ficar melhor! Vamos voltar para 1743? Numa viagem inesquecível à Scotland ou as Terras Altas da Escócia. Todos nós como bons brasileiros vamos descobrir o que fez Claire se apaixonar pela cultura escocesa!


VOO - Embarque em Guarulhos dia 15 de setembro de 2018 em horário a ser informado posteriormente. IMPORTANTE: para as pessoas de fora de São Paulo e região, serão colocados voos nacionais com saída dos seus destinos (chamado ADDON) para que não percam a franquia de bagagem e embarque com o grupo, dessa forma é necessário informar o local de saída de cada passageiro. Retorno dia 30 de setembro de 2018, para Guarulhos ou o destino informado.



15/SET/18 - SABADO - Dia 01 - Brasil- Encontro do Clã Fraser no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em horário a ser combinado, para embarque com destino Terras Altas da Escócia. Apresentação dos passaportes e passagens aéreas para o check in. Momento fotográfico do Grupo, enfim ainda estamos em 2018.



16/SET/18 - Domingo -Dia 02 - Brasil - Edinburgh - Chegada ao aeroporto de Edinburgh pela manhã- transfer para o hotel escolhido. Após o almoço vamos conhecer o Palace of Holyrood, residência oficial da Rainha Elizabeth II na Escócia e Calton Hill

17/SET/18 - Segunda -Dia 03 - Edinburgh - Após café da manhã visitaremos o Edinburgh Castle e após o almoço (nao incluído) faremos nossa primeira experiência em uma destilaria de Whisky - Scotch Whisky Experience . Sugestão (nao incluida) tomar um café no The Elephane House , onde a J. K. Rowling escrevia sobre Harry Potter. Noite livre e hospedagem.



18/SET/18 - Terça -Dia 04 - Edinburgh - Stirling - Após café da manhã sairemos de Edinburgh com destino a Stirling, onde visitaremos Hopetoun House - local que foi utilizado para o Duque de Sandringham em Outlander. E chegaremos a casa de Jamie Fraser Midhope Castle - local que foi filmado Lallybroch; mas o dia não acabou ainda! Conheceremos tambem Blackness Castle. Local onde as marcas de Black Jack Randal ficaram para sempre. Hospedagem em Stirling e noite livre





19/SET/18 - Quarta -Dia 05 - Stirling - Após café da manhã sairemos para conhecer os jardins que foram filmados Versalhes - Drummond Castle, seguiremos para Duone Castle - Leoch Castle, Wallace Monument e o Bannockburn Heritage Center.



Por último no final do dia, conheceremos o Burgo que deu origem a casa de Geillis - Culross Dunfermline - Burgo Real. Hospedagem e noite livre.




20/SET/18 - Quinta -Dia 06 - Stirling - Inverness - Após café da manhã sairemos de Stirling para Inverness, a cidade tão esperada. mas antes passaremos por Falklands - utilizada como vilarejo no início da série e em seguida seguiremos para Inverness. Hospedagem e noite livre



21/SET/18 - Sexta -Dia 07 - Inverness - Após cafe da manhã, atravessaremos a cidade para visitar Ardvreck Castle, Fort George, Highlander Museum e Inverness Casltle.Depois do almoço sairemos para Culloden Moor, local do massacre dos clãs! Final de tarde uma visita rapida e meditativa no Clava Cairns. Hospedagem e noite livre.



22/SET/18 - Sabado - Dia 08 - Inverness - Após cafe da manhã, visitaremos Highland Folk Museum, e depois Tempar, local utilizado na escolha da COLINA de CRAIGH NA DUN, restante do dia livre.

23/SET/18 - Domingo -Dia 09 - Inverness - Dia livre, descansar, aproveitar o clima da cidade magica de Inverness, fazer comprinhas.

24/SET/18 - Segunda -Dia 10 - Inverness - Portree - Saída apos cafe da manhã, para a visita a Eilean Donan e depois seguiremos para Ilha de Skye onde visitaremos Old Man Storr, Quiraingm Kilt Rock e Mealt Waterfall, Skye Museum of Island Life. hospedagem e noite livre.


Todas prontas para sair do seculo XXI e entrar no seculo XVIII?

25/SET/18 - Terça -Dia 11 - Portree - Saída apos cafe da manhã, chegaremos no nosso ponto mais alto, Calanais Visitor Center as pedras utilizadas para compor o cenário de Craigh Na Dun. Depois do almoço voltaremos para Skye e seguiremos para Dunvegan Castle, Neist Point e a Destilaria de Talisker. Hospedagem e noite livre







26/SET/18 - Quarta -Dia 12 - Portree - Mallaig - Saída apos cafe da manhã com destino a Armadale, o Ferryboat que liga Skye a Mallaig, essa estrada de Mallaig até Fort Willaim cruza diversas vezes com a estrada de ferro The Jacobite, é a ferrovia do filme Harry Potter. Hospedagem e noite livre.

27/SET/18 - Quinta -Dia 13 - Mallaig - Saída apos cafe o almoço para a visitação ao verdadeiro Fort William. restante do dia livre

28/SET/18 - Sexta -Dia 14 - Mallaig - Edinburgh - Apos cafe da manhã visitaremos Culzean Castle e no caminho a Edinburgh, teremos uma breve parada Rosslyn Chapel e as ruínas de usados no filme O Codigo da Vinci. Chegada em Edinburgh, hospedagem e noite livre

29/SET/18 - Sabado -Dia 15 - Edinburgh - em horário a ser combinado, visita Preston Mill, não sei se alguém lembra desse lugar na série, passou tão rápido!!! - restante do dia livre para compras. Noite em horário a combinar CONFRATERNIZAÇÃO

30/SET/18 - Domingo -Dia 16 - Edinburgh - Brasil em horário a ser combinado, transfer para o aeroporto e retorno para o Brasil. Voltando para 2018!


MAIORES INFORMAÇÕES 11 99552.5020 - COVESISANDRA@GMAIL.COM


ROTEIRO COMPLETO (CLICAR )